E‑Verify e permissões de trabalho revogadas: o que empregadores e trabalhadores precisam saber

Imagine um cenário onde um documento de trabalho parece válido, mas já não é mais. Isso deixou de ser raro. O Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS) atualizou as regras do sistema E‑Verify — e agora empregadores têm responsabilidades claras e urgentes.
O que mudou no E‑Verify
Até pouco tempo, o E‑Verify alertava os empregadores automaticamente quando um Documento de Autorização de Trabalho (EAD) era revogado. Hoje, não mais. Agora:
- Empregadores devem gerar regularmente o Status Change Report dentro do sistema E‑Verify. Esse relatório identifica funcionários cujos EADs foram revogados, mesmo que o cartão físico apareça como ainda válido.
- Essa mudança começou em 20 de junho de 2025, após cancelamentos de autorizações de trabalhadores parolados por programas como CHNV (Cuba, Haiti, Nicarágua e Venezuela).
O que os empregadores devem fazer
- Acesse sua conta E‑Verify e gere o Status Change Report com frequência.
- Para cada funcionário listado, utilize Formulário I‑9, Suplemento B, para iniciar o processo de reverificação. O empregado precisa apresentar documentos das Listas A ou C não expirados — o uso de List B (identidade) não é permitido nesta etapa.
- Não crie novos casos no E‑Verify. A reverificação deve seguir o protocolo do I‑9. Se o trabalhador não puder comprovar autorização válida, ele não pode continuar trabalhando até corrigir a situação.
- Realize todo o processo de forma não discriminatória, aplicada igualmente a todos os funcionários, conforme normas federais.
E o trabalhador? O que esperar?
- Se seu EAD foi revogado, mas você tem outra forma válida de autorização (como um visto de trabalho ativo, TPS ou pedido de green card), isso pode ser suficiente. O importante é providenciar documentos certificados e atualizados.
- Consulte sua conta USCIS, converse com o setor de RH ou com seu empregador para atualizar sua situação e demonstrar autorização válida.
Por que essa mudança importa — especialmente para brasileiros
- Empresas que contratam imigrantes com EAD precisam monitorar a autorização de forma proativa — antes realizada automaticamente pelo sistema.
- Processos parciais, como o de parolados (CHNV), impactam pessoas que, mesmo com aplicações pendentes, podem perder autorização automágica de trabalho.
- Sem o acompanhamento correto, tanto o empregador quanto o trabalhador correm riscos legais — e a responsabilidade recai principalmente sobre a empresa.
Como a VisaLex pode ajudar
Na VisaLex, estamos prontos para orientar empregadores e funcionários sobre as novas exigências do E‑Verify:
- Consultoria especializada para implementação de compliance no uso do E‑Verify e I‑9.
- Suporte jurídico bilíngue, explicando quem deve gerar o relatório, como interpretar os dados e como reverificar corretamente.
- Assessoria em imigração, incluindo quando um trabalhador precisa comprovar status alternativo (visto, TPS, green card).
- Treinamentos para RH e gestores, com procedimentos claros e atualização constante em legislação e tecnologia.
Para quem esta matéria faz diferença
- Empresas que utilizam o sistema E‑Verify.
- Profissionais estrangeiros com EAD expirado ou revogado, em especial via programas TPS ou parole CHNV.
- Equipes de recursos humanos e legal que precisam garantir conformidade legal e evitar riscos trabalhistas.
Conclusão
A responsabilidade sobre autorizações revogadas deixou de ser automatizada — ela agora exige ação consciente da empresa. O novo sistema exige que empregadores alertem e reverifiquem profissionais sempre que um EAD for revogado. Estar preparado faz toda a diferença.
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